terça-feira, 12 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de maio de 2009

'60.

“O ano de 1968 é conhecido como "O ano que não terminou", e entrou para a história como um ano extremamente movimentado e cheio de acontecimentos importantes, como os assassinato de Martin Luther King e de Robert Kennedy, a Guerra do Vietnã, além de inúmeras manifestações, sobretudo estudantis, contra a Guerra do Vietnã e contra os regimes autoritários vigentes em diversos países do mundo, sobretudo na América Latina. No Brasil, o ano foi marcado pela instituição do AI-5 pelo então Presidente Costa e Silva.” (Wiki).

“Em Maio de 1968 (neste contexto usualmente se diz Maio de '68) uma greve geral aconteceu na França. Rapidamente ela adquiriu significado e proporções revolucionárias, mas em seguida foi desencorajada pelo Partido Comunista Francês, de orientação Stalinista, e finalmente foi suprimida pelo governo, que acusou os Comunistas de tramarem contra a República. Alguns filósofos e historiadores afirmaram que essa rebelião foi o acontecimento revolucionário mais importante do século XX, porque não se deveu a uma camada restrita da população, como trabalhadores ou minorias, mas a uma insurreição popular que superou barreiras étnicas, culturais, de idade e de classe.” (Wiki).

Começo meu texto introduzindo o cenário de qual irei falar. Década de ’60. O mundo passava por mudanças e todos, sem exceção, viam isto. Algumas eram aceitas, por uma classe alta e patriótica, cuja mandava os próprios filhos à morte por uma causa fútil e sem finalidade. Já em outros lugares, estudantes dialogavam entre si e planejavam como mudar o cenário qual encontravam. Ponho, então, ênfase neste ano – 1968 – qual comecei logo de cara falando.

Entre muitos acontecimentos, 1968 foi marcado por alguns – se não, todos – dos mais fortes da década inteira. O segundo texto, uma visão mais centralizada, fala claramente do que ocorria em Paris, em Maio.

O primeiro filme que comentarei será “Os sonhadores” (The Dreamers). Vi esse filme por influência de dois amigos, viciados em RPG, que fizeram um fórum sobre e eu participei com um personagem próprio, uma vez que não conhecia a história do filme – e havia me restado o Matthew. Trata-se da história focalizada em um estudante americano que se refugia em Paris para que não fosse convocado para a Guerra do Vietnã.


Uma vez já pisando em terreno francês, Matthew conhece Isabelle e logo após seu irmão Theo. Entre eles começa um relacionamento forte, tanto amoroso como amistoso. Então, depois de um tempo, os pais de Isabelle e Theo viajam, fazendo com que Matthew fosse passar uma temporada na casa dos irmãos. Uma cumplicidade é criada e eles se conhecem cada vez mais, achando pontos em comum. Os três apaixonados por cinema, começam a jogar entre si e a reviver momentos de seus clássicos favoritos. Matthew começa a perceber então, uma intimidade muito forte – mais do que o comum – entre Isabelle e Theo. Ficando assustado, a princípio, mas, logo se sente atraído pelo tal liberalismo dos irmãos (quase incestuosos). O mundo dos três começa a se fechar e eles se alienam do que acontece lá fora, exceto Theo – que continua atento a tudo que está se passando fora do apartamento.

De acordo com o Livro (The Holy Innocents – título original, a tradução livre de “Os Inocentes Sagrados”), o amor não era apenas de Isabelle para com Theo e Matthew, e o mesmo, para Theo sem retribuição. Entre ambos os homens também existia amor, de uma forma mútua acontecendo até um ménage à trois que não foi gravado para o filme, uma vez que havia muitas referências homossexuais.

O cenário apesar de ser muito focado no relacionamento deles e no cinema clássico – todas as referências – ou mesmo todas as músicas que dominavam a época, mostra também o que acontecia lá fora, contendo algumas cenas de rebeliões estudantis contra o Governo de Gaulle.
O filme se finaliza, com ambos irmãos indo atrás do que acreditam. E Matthew, ainda acreditando no sonho americano.


Ficha Técnica:

Diretor: Bernardo Bertolucci.


Roteiro: Gilbert Adair.

Cinema: Ítalo-Franco-Britânico.

Elenco: Louis Garrel, Eva Green e Micheal Pitt.

Trilha sonora:

1. Third Stone from the Sun - Jimi Hendrix
2. Hey Joe - Michael Pitt & The Twins of Evil
3. Quatre Cents Coups - Jean Constantin
4. New York Herald Tribune - Martial Solal
5. Love Me Please Love Me - Michel Polnareff
6. La Mer - Charles Trenet
7. Song for Our Ancestors - Steve Miller Band
8. I Need a Man to Love - Janis Joplin
9. The Spy - The Doors
10. Tous les garçons et les filles - Françoise Hardy
11. Ferdinand - Antoine Duhamel
12. Dark Star - The Grateful Dead
13. Non, je ne regrette rien - Edith Piaf.


Referência aos filmes:

· Bande à part;
· Freaks;
· Persona;
· La Chinoise;
· Queen Christina;
· Mouchette;
· Shock Corridor;
· Pierrot le fou;
· Top Hat;
· À bout de souffle;
· The 400 Blows;
· Blow-Up;
· Blonde Venus;
· Scarface;
· Sunset Boulevard;
· City Lights;
· The Cameraman;
· Rebel Without a Cause.



(continua)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Recomendações.

The Green Mile
(À Espera de um Milagre)


Poucos filmes me fizeram chorar, e, entre eles À Espera de um Milagre destaca-se quase estrondosamente. Em base do livro de Stephan King – salve! -, foi criado esse filme que é bastante fiel às páginas escritas. Recomendo também como leitura – tema do meu próximo post – este livro.

A história é sobre a Milha Verde (apelido dado ao Bloco, graças ao chão verde lima), o local onde aconteciam as execuções em uma prisão sulista. Narrado pelo chefe do Bloco E, Paul Edgecomb, conta sua história mista com a de John Coffey, um estranho prisioneiro que chega ao Bloco.

John é um homem negro, com 2,10m de altura e porte físico musculoso. Foi acusado de assassinato (estupro de duas irmãs gêmeas). Conforme o tempo passa, Paul começa a suspeitar que algo está errado e que John talvez não seja realmente o assassino, tendo essa impressão a primeira vez que bota os olhos em John e percebe que o mal não existe naquele ser. Passa a procurar mais sobre o passado do prisioneiro, até que descobre que John não é realmente aquilo que todo mundo achava que fosse.

John Coffey é um milagre de Deus e tem a missão de visar pelas pessoas.

O desenrolar do filme é algo emocionante e dramático, também dando a leve sensação de realidade na ficção. É muito forte e sensível, mexendo com nossos sentimentos e dúvidas sobre as aparências, conforme embarcamos na vida do Bloco E.



Big Fish
(Peixe Grande e Suas Maravilhosas Histórias).


Sendo Tim Burton o diretor dessa adorável pérola do cinema, não passaria em branco por mim – uma vez declarada minha paixão por tudo que Tim já fez e/ou está fazendo. O filme é protagonizado por Ewan McGregor e tem nomes como Helena Bonham Carter no elenco.

A história de Big Fish começa com o filho de Edward Bloom, Will, recebendo a notícia que seu pai logo poderia falecer pela saúde fragilizada – o que entrega também o final do filme, mas, acredite quando eu digo que isso é o de menos -, e isso faz com que ele retorne para sua casa e fique com seus pais e esposa relembrando as maravilhosas histórias que seu pai costumava contar quando ainda era menino – o que causou também o afastamento do mesmo.

Will, sendo até certo ponto cético, sempre achou que seu pai levava uma vida dupla e nunca acreditou nas histórias contadas; sentindo-se enganado. O filme desenrola de uma maneira interessante, mesclando o atual com o “passado”, mostrando como a vida de Ed se transformou no que é hoje e resolvendo o conflito que existe entre ele e seu filho, antes do falecimento. Também trata-se de uma vida cheia de emoções e aventuras, mas, de um modo mais fantasioso e infantil.

Uma das cenas que coloco ênfase é quando Ed conhece a mulher que vem a ser sua esposa, Sandra. As cenas seguintes que mostram como a relação entre eles cresce; são tão perfeitas que me fizeram lembrar quase todos os dias de um dialogo entre os dois:

- Você nem me conhece.
- Tenho o resto da minha vida inteira para conhecer.

Esse é um dos gostinhos que posso dar sobre esse filme, qual eu recomendo com muito fervor!







The Curious Case of Benjamin Button
(O curioso caso de Benjamin Button).



Naturalmente, quando ouvi dizer desse filme, fiquei interessada. Conhecendo meu perfil de amante ao horror (terror), esperei ansiosamente até que ele finalmente chegasse aos cinemas da minha cidade.

O filme baseasse na história de Benjamin Button, personagem de F. Scott Fitzgerald, um escritor do século XX. Considerado um dos melhores escritores da sua geração (Geração Perdida), ele se tornou conhecido por retratar o espírito da época (cenário pós-guerra). Publicou vários contos, entre eles, o de Benjamin em 1921.

O que mais me chamou atenção em todo o filme foi cenário onde é passado... Caso não saibam, eu AMO New Orleans. A cidade é perfeita para mim, mesmo depois do Katrina que, aliás, é citado no filme.

O protagonista tem uma rara doença, onde ele nasce como se já estive “pronto” para morrer, e ele morre como se tivesse acabado de nascer. A história de Benjamin prende a atenção por inteiro, pois, ele tendo várias fases na vida dele - o que torna esse conto tão realista! – é como ele se transforma de uma para outra, cada dia rejuvenescendo mais fisicamente também. Sua história é repleta de fortes emoções e muitas aventuras – sem tornar de fato uma ficção extremamente exagerada.



- - -
O recomendo também, finalizando minha lista de três filmes prediletos.






segunda-feira, 20 de abril de 2009

Sobre um bom filme

Andei pensando em escrever sobre um filme para ninguem, porque ninguem lê aqui.
Então pensei: “qual”? mas logo me veio muuitos filmes em minha cabeça e pensei em um que assisti recentemente graças a faculdade, é meio antigo, porém, com bons atores (Sean Connery; Michael Caine).

O Filme em questão é “O Homem que queria ser rei” (The Man Who Would Be King, 1975);

the man who would be king

Mesmo sendo um filme que foi apresentado anós estudantes de ciencias socias para ser visto com certo olhar crítico e achar pontos  similares a estudos que estavamos fazendo, é um ótimo filme a ser visto e prestigiado.

Achei um arquivo .rar com o Torrent do filme e a respectiva legenda, segue o link:
http://rapidshare.com/files/216710656/JOHN_HUSTON_S_THE_MAN_WHO_WOULD_BE_KING_-_O_HOMEM_QUE_QUERIA_SER_REI_-_1975.rar.html

sem mais sobre este, pois ja escrevi demais no meu trabalho.

UP!

terça-feira, 31 de março de 2009

Los Radiowerk.

just_a_fest_radiohead Realmente o festival Just a Fest, que aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo, agradou o público em geral.
Trazendo pela primeira vez ao Brasil a banda Radiohead ja era de deixar qualquer fan feliz da vida, mas os organizadores decidiram juntar uma banda que, digamos, o Brasil gosta, reuniu Los Hermanos.

“Detalhe”: Radiohead estava fazendo shows junto com o grupo KRAFTWERK, consagrados como, praticamente, os inventores do tecno.

Pronto! Agora Just a Fest estava pronto para ser sensacional!

ATgAAACoA74zSKL88UT6pCR-G03u45gCwa3JyUUt-CQredrNFscFxUASj1EQQ8eOIXMJBqwrgdK4AWJoEFI_RmH_hhBDAJtU9VADOpgyHO67RI-DxQnnE5c3hfT76A Bem, assim como escrito no verso de porta-ingresso, a pontualidade realmente aconteceu nos shows e foi uma surpresa para todos isso, porém a pontualidade também levou pontualmente los hermanos do palco, para a tristeza de toda a multidão, 30 Mil Pessoas.

Talvez o local escolhido não tenha sido dos melhores mesmo, porém até que agradou, pelo menos tinha pizza! :P ( $ 8 )

Bem, sem muito mais paciência para escrever, aqui vai os setlists:

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LOS HERMANOS:
01. Todo carnaval tem seu fim
02. Primeiro andar
03. O vento
04. Além do que se vê
05. Condicional
06. Morena
07. Do sétimo andar
08. A outra
09. Cara estranho
10. Deixa o verão
11. Assim será
12. Cher Antoine
13. O vencedor
14. Retrato para Iá Iá
15. Casa pré-fabricada
16. Último romance
17. Sentimental
18. A flor

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KRAFTWERK

1. ManMachine
2. Planet of Visions
3. Numbers
4. ComputerWorld
5. TDF03 – L’Etape 2 (Tour de France)
6. Autobahn
7. Model (ComputerLove)
8. Les Mannequins
9. Radioactivity
10. Tee
11. Robots
12. Aerodynamik
13. Musique Non Stop

Radiohead_2_by_ahizer2002

RADIOHEAD_

01. 15 Step
02. There There
03. The National Anthem
04. All I Need
05. Pyramid Song
06. Karma Police
07. Nude
08. Weird Fishes/Arpeggi
09. The Gloaming
10. Talk Show Host
11. Optimistic
12. Faust Arp
13. Jigsaw Falling Into Place
14. Idioteque
15. Climbing Up The Walls
16. Exit Music (For A Film)
17. Bodysnatchers
18. Videotape
19. Paranoid Android
20. Fake Plastic Trees
21. Lucky
22. Reckoner
23. House of Cards
24. You and Whose Army
25. Everything In Its Right Place
26. Creep

Realmente Radiohead foi O Show do Ano até agora, se bem que o Iron Maiden foi bem grandioso também.

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Já o Radiohead quem ainda não ouviu está perdendo muuuito, no querido site de torrents Mininova é possível achar o ultimo albun, In Rainbows, para download: http://www.mininova.org/search/in%2Brainbows/seeds

Bem, é isso.

Breve novas postagens.