The Green Mile(À Espera de um Milagre)
Poucos filmes me fizeram chorar, e, entre eles À Espera de um Milagre destaca-se quase estrondosamente. Em base do livro de Stephan King – salve! -, foi criado esse filme que é bastante fiel às páginas escritas. Recomendo também como leitura – tema do meu próximo post – este livro.
A história é sobre a Milha Verde (apelido dado ao Bloco, graças ao chão verde lima), o local onde aconteciam as execuções em uma prisão sulista. Narrado pelo chefe do Bloco E, Paul Edgecomb, conta sua história mista com a de John Coffey, um estranho prisioneiro que chega ao Bloco.
John é um homem negro, com 2,10m de altura e porte físico musculoso. Foi acusado de assassinato (estupro de duas irmãs gêmeas). Conforme o tempo passa, Paul começa a suspeitar que algo está errado e que John talvez não seja realmente o assassino, tendo essa impressão a primeira vez que bota os olhos em John e percebe que o mal não existe naquele ser. Passa a procurar mais sobre o passado do prisioneiro, até que descobre que John não é realmente aquilo que todo mundo achava que fosse.
John Coffey é um milagre de Deus e tem a missão de visar pelas pessoas.
O desenrolar do filme é algo emocionante e dramático, também dando a leve sensação de realidade na ficção. É muito forte e sensível, mexendo com nossos sentimentos e dúvidas sobre as aparências, conforme embarcamos na vida do Bloco E.
(Peixe Grande e Suas Maravilhosas Histórias).
Sendo Tim Burton o diretor dessa adorável pérola do cinema, não passaria em branco por mim – uma vez declarada minha paixão por tudo que Tim já fez e/ou está fazendo. O filme é protagonizado por Ewan McGregor e tem nomes como Helena Bonham Carter no elenco.
A história de Big Fish começa com o filho de Edward Bloom, Will, recebendo a notícia que seu pai logo poderia falecer pela saúde fragilizada – o que entrega também o final do filme, mas, acredite quando eu digo que isso é o de menos -, e isso faz com que ele retorne para sua casa e fique com seus pais e esposa relembrando as maravilhosas histórias que seu pai costumava contar quando ainda era menino – o que causou também o afastamento do mesmo.
Will, sendo até certo ponto cético, sempre achou que seu pai levava uma vida dupla e nunca acreditou nas histórias contadas; sentindo-se enganado. O filme desenrola de uma maneira interessante, mesclando o atual com o “passado”, mostrando como a vida de Ed se transformou no que é hoje e resolvendo o conflito que existe entre ele e seu filho, antes do falecimento. Também trata-se de uma vida cheia de emoções e aventuras, mas, de um modo mais fantasioso e infantil.
Uma das cenas que coloco ênfase é quando Ed conhece a mulher que vem a ser sua esposa, Sandra. As cenas seguintes que mostram como a relação entre eles cresce; são tão perfeitas que me fizeram lembrar quase todos os dias de um dialogo entre os dois:
- Você nem me conhece.
- Tenho o resto da minha vida inteira para conhecer.
Esse é um dos gostinhos que posso dar sobre esse filme, qual eu recomendo com muito fervor!

The Curious Case of Benjamin Button
(O curioso caso de Benjamin Button).
Naturalmente, quando ouvi dizer desse filme, fiquei interessada. Conhecendo meu perfil de amante ao horror (terror), esperei ansiosamente até que ele finalmente chegasse aos cinemas da minha cidade.
O filme baseasse na história de Benjamin Button, personagem de F. Scott Fitzgerald, um escritor do século XX. Considerado um dos melhores escritores da sua geração (Geração Perdida), ele se tornou conhecido por retratar o espírito da época (cenário pós-guerra). Publicou vários contos, entre eles, o de Benjamin em 1921.
O que mais me chamou atenção em todo o filme foi cenário onde é passado... Caso não saibam, eu AMO New Orleans. A cidade é perfeita para mim, mesmo depois do Katrina que, aliás, é citado no filme.
O protagonista tem uma rara doença, onde ele nasce como se já estive “pronto” para morrer, e ele morre como se tivesse acabado de nascer. A história de Benjamin prende a atenção por inteiro, pois, ele tendo várias fases na vida dele - o que torna esse conto tão realista! – é como ele se transforma de uma para outra, cada dia rejuvenescendo mais fisicamente também. Sua história é repleta de fortes emoções e muitas aventuras – sem tornar de fato uma ficção extremamente exagerada.
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O recomendo também, finalizando minha lista de três filmes prediletos.
